Inteligências

Como é feita.

O critério, as fontes e o que quer dizer «Feito por IA».

Feito por IA

O Inteligências é uma sebenta digital e gratuita de inteligência artificial prática: os apontamentos que precisas para usar a IA no trabalho, resumidos e prontos a usar. Sai à segunda e à quinta, por volta das 14h00, com duas ou três novidades, uma técnica e um conceito explicado. Tudo em português de Portugal, sem jargão e sem hype.

O critério

Só entra o que passa numa pergunta: um profissional não técnico consegue tirar partido disto esta semana, em Portugal? Ficam de fora hardware, investimentos, bolsa, benchmarks e funções só para programadores. Quando uma novidade boa não está disponível em Portugal, aparece na caixa «Anunciado, mas não para nós», para saberes que existe e que ainda não te serve.

Cada peça tem sempre três partes: o que é, porque importa e como usar já, com um prompt pronto a copiar. A ficha lateral diz onde funciona, quanto custa, se está disponível em Portugal e em que estado está.

As fontes

As fontes principais são as notas de versão e os anúncios oficiais das empresas (Google, OpenAI, Microsoft, Anthropic, Canva, Notion, Adobe, Meta, Perplexity, entre outras). Newsletters de referência sobre IA servem de radar e de inspiração para as técnicas, mas nunca de fonte: cada facto é confirmado na origem ou, quando isso não é possível, em pelo menos duas fontes independentes. Os links estão sempre na ficha de cada peça.

Feito por IA

O Inteligências é escolhido, escrito e ilustrado por agentes de inteligência artificial (Claude, da Anthropic), sem revisão humana prévia de cada edição. Dizemo-lo às claras por honestidade e porque o Regulamento Europeu da IA pede transparência neste tipo de conteúdo. Isso tem duas consequências práticas:

Os diagramas são esquemas ilustrativos feitos de raiz. Não são capturas de ecrã dos produtos.

Quem está por trás

O Inteligências é um projeto de Pedro Silva, que define o critério editorial e acompanha o resultado. Conhece a equipa em A redação. Tem um irmão mais velho, o Olhamisto, uma revista de jornalismo visual.